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Ninguém Sai Sem Pagar
Primeiro livro da série A Taverna do Goblin, fantasia medieval de mundo original, de F. H. Santos. Esta página reúne o que uma editora, um agente ou um jornalista precisa para avaliar o projeto em dez minutos.
Sinopse
A rainha Maelis estava morta havia duzentos e sessenta anos, e o pé dela ainda estava quente.
Kestra, uma guerreira meio-elfa que prefere que os outros decidam por ela, é paga para roubar uma única moeda do túmulo da rainha. A última vez que alguém perdeu aquela moeda, dois reis morreram e um reino virou dois. Ferida, caçada e sozinha na chuva, ela segue a única luz dos campos: a janela verde e redonda da Taverna do Goblin, que fica sempre a exatamente uma hora de qualquer lugar de onde se parta.
Na manhã seguinte, Kestra e os cinco companheiros de estrada acordam juntos no andar de cima da taverna, cada um jurando que dormiu numa cidade diferente. Ninguém lembra como chegou. Há Farejadores, os caçadores de magos da Ordem do Selo, na porta. Há uma linha nova na Lousa onde o Goblin anota o que cada um deve. E, no bolso de Kestra, há uma coisa quente que não era dela.
Enquanto os seis tentam entender que dívida o Goblin cobrou deles, o rei de Aldrenor está morrendo, seis herdeiros afiam as facas, e a magia está sumindo do mundo sem que quase ninguém perceba. Cada feitiço custa mais do que o anterior. Cada oração afasta o clérigo do seu deus. E o Goblin, que tem uma taverna em cada cidade e talvez seja o mesmo goblin em todas, sabe mais do que diz.
Por que este livro
- Uma franquia dentro da ficção. Em quase toda cidade existe uma Taverna do Goblin, com a mesma placa, as mesmas oito regras e o mesmo taverneiro. Se é o mesmo goblin em todas é o mistério que atravessa a série, e os leitores vão discutir isso entre si.
- A magia como crise ambiental. Ela é comum, mas está acabando: cada feitiço drena o mago e drena o mundo, e até os deuses estão em apuros. É uma metáfora que o leitor sente antes de nomear.
- Protagonismo ambíguo. Seis pontos de vista, cada um convencido de ser o centro da história. O leitor troca de aposta a cada capítulo, como em Martin, com a coesão de um grupo como em Dragonlance.
- Realismo com humor. A lama e o peso do combate de Cornwell, e um taverneiro que cobra a próxima rodada no meio da tragédia.
- Título é regra da casa. Cada livro leva o nome de uma regra ou lenda da taverna. A série tem identidade de prateleira desde o primeiro volume.
Comparáveis
Bernard Cornwell (Crônicas Saxônicas), pelo realismo físico e pela voz seca. George R. R. Martin (As Crônicas de Gelo e Fogo), pelos pontos de vista alternados e pela intriga de sucessão. Margaret Weis e Tracy Hickman (Crônicas de Dragonlance), pelo grupo de aventureiros e pela magia com custo. Joe Abercrombie, pelo humor cortante em ambiente sombrio.
O autor
F. H. Santos criou o Goblin e a Taverna do Goblin há mais de vinte anos, em mesas de RPG, e transformou o material em uma série de romances com mundo, panteão, economia e história próprios. É publicitário, empresário e dono de uma agência de marketing digital, com experiência em lançamento de produtos, tráfego pago e construção de audiência, o que torna o plano de divulgação parte do projeto e não uma promessa.
Brasileiro, vive no Paraguai, onde prepara a edição em espanhol.
Materiais disponíveis
- PDF de leitura antecipada: prólogo e capítulo 1 diagramados, com carta aos leitores e as Regras da Casa
- Capítulos seguintes, sob pedido
- Capa finalizada (frente, lombada e contracapa), mapas ilustrados de Aldrenor e do continente
- Fichas ilustradas dos seis protagonistas, do Goblin e da Taverna
- Bíblia do mundo (mais de cem páginas de regras, lugares, deuses, lendas e continuidade)
- Canções do mundo gravadas (a Cantiga de Nella e outras)






